Distinto do que é utilizado atualmente, a forma de vestir e o próprio vestuário eram adequados às atividades e situações quotidianas desempenhadas pelo povo gandarês. Os trajes mais identitários gandareses - femininos e masculinos - eram usados ou no quotidiano (e, neste caso, representavam o setor da agricultura), ou em épocas festivas e “aos domingos”, onde usavam uma vestimenta mais senhorial:
Traje gandarês (feminino) (Oliveira, 2010):
Traje gandarês (masculino) (Oliveira, 2010):
No livro ‘Glossário de Termos Gandareses’, conta com 2500 palavras e termos, sobre ‘a casa, a terra, a economia, o povo, rituais e intervenção cultural’, que eram comuns de serem faladas e que descreviam o dia-a-dia das comunidades locais. São nitidamente termos que estão relacionados com as realidades que eram vivenciadas, e que estavam maioritariamente ligadas à agricultura, criação de gado, habitação, ou seja, casa gandaresa, tradições e festividades, etc (Cação, 2002).
Para mais informações consultar:
Referências Bibliográficas (APA):
Cação, I. (2002). Glossário de Termos Gandareses. Associação dos Municípios da Gândara.
Oliveira, M. I. (2010). A representação do espaço gandarês na obra narrativa de Carlos de Oliveira [Universidade Aberta]. https://repositorioaberto.uab.pt/entities/publication/29c50443-14f8-4ac6-a47a-c88525ee94b8